Por que você não sabe o que sente?

✓Existem diferentes razões que explicam porque você não sabe o que sente ou o que está acontecendo dentro de você. Às vezes essa desconexão com suas emoções pode fazer com que você se sinta frustrado ou perturbado por ter um “vazio de sentimentos”, sem estar consciente de que isso é, em si, um modo de sentir. 🤯 Sentir-se confuso em relação às próprias emoções é algo que acontece com frequência. Se você não sabe o que sente em certas circunstâncias, não é porque você tem algum problema nem porque há algo de errado. Esse fenômeno é muito mais comum do que as pessoas costumam pensar, e você não deve se sentir mal por isso.
😥 No entanto, isso não significa que você não possa fazer algo para remediar a situação. Saber por que às vezes você fica cego a respeito de suas próprias emoções irá ajudá-lo a entender o que acontece com você e a agir de forma consciente. Para isso, há uma série de etapas que você pode seguir para entender melhor o que sente em cada momento.
👩‍🏫 Para começar, é importante esclarecer que muitas pessoas não sabem o que sentem porque não sabem interpretar bem os sinais de seu corpo.Normalmente relacionamos emoção com sentimento. No entanto, todas as emoções começam com uma sensação fisiológica. Isso significa que, independentemente de saber ou não o que lhe acontece, você pode ser ciente de uma emoção ficando atento ao que sente fisicamente. “Sua inteligência pode ser confusa, mas seus sentimentos nunca mentirão para você.”
-Roger Ebert-

Por que você não sabe o que sente: 👩‍💻 Existem diferentes razões que explicam porque você não sabe o que sente ou o que está acontecendo dentro de você.Às vezes essa desconexão com suas emoções pode fazer com que você se sinta frustrado ou perturbado por ter um “vazio de sentimentos”, sem estar consciente de que isso é, em si, um modo de sentir.

Fonte: mente maravilhosa·junho 23, 2018

Foto de Mari Monteiro

#CRP02Promove #Envelhecimento
O Conselho Regional de Psicologia – 2° Região (CRP-02) promove, em parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), o *III Mais psicologia para um país que envelhece – diversidades e interdisciplinaridades.* O evento, que acontecerá *próximo dia 01 de outubro, a partir das 14h, no Bloco G – Auditório G1, 1° andar da Universidade Católica de Pernambuco* (R. do Príncipe, 526 – Boa Vista, Recife – PE, 50050-900), visa à preservação da saúde física, mental e a proteção daquelas/es que possuem 60 anos ou mais.
*Mais informações e inscrições no link:* https://goo.gl/csYo1D .

Narcisismo

Hoje, não basta ir a um bom restaurante. Há uma necessidade de expor o jantar. Expor sua roupa, sua figura naquele lugar. É o olhar de aprovação alheio que dirá se aquilo tem valor, pelo número de curtidas . Somos todos narcisistas e hoje, os espelhos são as redes sociais. É preciso compreender, no entanto, que o narcisismo não é apenas sinônimo de vaidade. Ele é o desespero para corresponder ao desejo do outro e assim, ser reconhecido. No espelho.

Síndrome de Deficiência da Recompensa.

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DA SÍNDROME DE DEFICIÊNCIA DA RECOMPENSA

A SDR compreende, além de um estado de constante ansiedade, as vezes acompanhado de depressão, uma ampla gama de distúrbios compulsivos e impulsivos :

COMPULSIVOS

1 – Uso e abuso de substâncias químicas que parecem induzir ao aumento da liberação de dopamina para o sistema límbico : álcool, cocaína, cafeína, nicotina (tabagismo inveterado) e carbohidratos(obesidade).

2 – Prática obsessiva de jogos de azar.

Os pesquisadores do assunto admitem que o risco e a expectativa envolvidos nessa prática geram, nos obcecados, um estado de euforia comparável àquele sentido por um viciado após a inalação de cocaína 

IMPULSIVOS

1 – Hiperatividade

2 – “Deficit” da atenção

(Observado principalmente entre meninos)

3 – Síndrome de Tourettte

(Uma condição caracterizada por múltiplos tics musculares incontroláveis, emissão de ruídos incompreensíveis e forte propensão para proferir insultos e palavras de baixo calão).

Não existe, pelo menos até o momento, qualquer evidência de que os distúrbios impulsivos sejam causados por deficiência de dopamina no sistema límbico.